O governo iraniano elevou o tom das ameaças ao comércio internacional, sinalizando a possibilidade de bloquear o Estreito de Ormuz em resposta a sanções econômicas ampliadas pelos EUA e União Europeia. A medida, se concretizada, seria o maior choque na cadeia de suprimentos energéticos desde a crise de 1973.
Quem seria mais afetado
Japão, Coreia do Sul e China importam mais de 75% de seu petróleo pelo Estreito. O Brasil, embora seja produtor relevante, sentiria o impacto via preços internacionais e nas exportações de commodities para a Ásia.









