Quando a Volkswagen anunciou a implantação de sistemas de visão computacional em sua planta de São José dos Pinhais, os sindicatos reagiram com alerta. Quando a mesma tecnologia reduziu defeitos em 34% e abriu 200 vagas especializadas em manutenção preditiva, o debate ganhou outra dimensão.
A inteligência artificial na indústria não é um fantasma do desemprego — mas também não é a panaceia que os entusiastas tecnológicos prometem.










